IGTI Blog
imagem ilustrativa para a quarta revolução industrial

Evolução dos Riscos na Indústria 4.0

Estamos vivendo a 4ª Revolução Industrial, e como toda evolução, benefícios e riscos estão sendo analisados pelas organizações privadas e públicas.

Nesta perspectiva histórica, as revoluções industriais seguiram um caminho evolutivo no campo da mecanização, em que os sistemas produtivos passaram a ser dominados por motores a vapor. Com isso, naquela época, infere-se que a falta de trabalho para tecelões das fábricas têxteis, era iminente, bem como a eliminação de pequenas empresas familiares.

O uso intensivo da energia elétrica, levou à 2ª Revolução e à produção em massa, gerando riscos de urbanização descontrolada próximo as fábricas e a falta de mão de obra especializada. A digitalização generalizada levou à 3ª Revolução Industrial por meio do avanço da Tecnologia da Informação. Os sistemas produtivos corriam o risco de não acompanharem esta evolução de digitalização dos seus processos e se encontraram diante de ameaças de ataques de hackers e crackers, entre outros.

Na 4ª Revolução Industrial surgem os sistemas físico-cibernéticos. A consequência é a dependência dos resultados estratégicos organizacionais atrelados ao domínio de tecnologias como Internet of Things (IoT) e Inteligência Artificial. Riscos de Malwares enviando instruções para hardware e alterando operação críticas nas empresas, surgem com maior frequência. Ataques aos ativos físicos como, redes elétricas, satélites, instalações nucleares, entre outras, são identificados nos planos de riscos e os Hackers passam a utilizar métodos mais sofisticados.

Professor autor: Eder Junior Alves

Indústria 4.0